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Boeing 707

sábado, 15 de dezembro de 2012

O Boeing 707, foi a aeronave que transformou a Boeing em um player mundial, sinônimo de aeronaves comerciais e na época, aeronaves a jato. Sua historia começa nos primórdios da década de 1950, com o desenvolvimento de abastecedores aéreos, que tivessem velocidades compatíveis com os B-52 e B-47.



A Boeing gostou do projeto e resolveu adapta-lo para uma versão civil, conhecido como 367-80, ou Dash Eighty. Em 15 de julho de 1954, finalmente os Estados Unidos entrava para a era dos jatos comerciais. A USAF encomendou a versão original KC-135, conhecido também por 717-100. A Pan Am, foi a primeira empresa a compra-lo, fechando um contrato de 20 aeronaves em 1955, sendo renomeado para 707-120, fazendo seu primeiro voo em 1957 e sendo homologado no ano seguinte. Seu primeiro voo comercial, foi pelas mãos da Pan Am em outubro de 1958 entre Nova York e Paris.


Na década de 1960 surgiram novas versões, equipadas com os modernos motores da PW, JT-3D, nos modelos 120B e 320B. Em 1963 era lançada a versão final do 707, a 320C, conversível passageiros/carga. Apenas uma companhia ainda os utiliza como aviões de passageiros  a Saha Air do Irã, que os comprou de segunda mão da USAF. Ao todo foram fabricados 1012 707.

Ficha Técnica:

Comprimento: 46,61m
Envergadura: 44,42m
Altura: 12,93m
Motores: PW JT-3D
Peso máximo de decolagem: 151.315 Kg
Velocidade de cruzeiro:1009 Km/h
Alcance:10.849 Km
Tripulação técnica: 3
Passageiros: 144

Mega Maquinas - B747-8

sábado, 8 de dezembro de 2012

Força Aérea do futuro

sábado, 7 de julho de 2012


Documentário sobre as aeronaves de guerra do “futuro”; F-22, SU-35, F-15, F-18, F35.

Boeing 2707 SST: como seria o "Concorde" americano?

sexta-feira, 4 de maio de 2012

No início da década de 1960, o mundo mal tinha entrado na era do jato. Os Boeing 707 e Douglas DC-8 eram ainda quase novidade no mercado, e estavam revolucionando a aviação, pois praticamente duplicaram a velocidade dos voos comerciais quando foram introduzidos.
 

Mas uma nova revolução estava em curso. O próximo passo seria introduzir aviões supersônicos em serviço. Na aviação militar, os supersonicos já voavam há anos, e parecia mera questão de tempo para que os então novíssimos 707 e DC-8 fossem relegados ao transporte de carga, enquanto os passageiros cruzariam os céus duas vezes acima da velocidade do som.
 

A Boeing estudava o projeto de uma aeronave comercial supersônica desde 1952, e por volta de 1958, estabeleceu um comitê de engenharia que propôs uma grande variedade de configurações para o denominado Projeto 733. A configuração de asas em delta era a favorita, mas até mesmo uma asa de geometria variável, cujo enflechamento variava com a velocidade foi proposta.

Por volta de 1960, um milhão de dólares já tinham sido investidos em tal projeto.Entretanto, os estudos e pesquisas caminhavam calmamente, e não parecia haver intenção de produzir um grande supersônico comercial em futuro próximo.
 
 

Tudo isso mudou subitamente em 1962, quando se tornou evidente que a empresa britânica Bristol Aeroplane Company e a francesa Sud Aviation estavam formando um consórcio binacional para produzir o primeiro supersônico comercial. Em novembro desse ano, o consórcio anunciou que construiria uma aeronave denominada Concorde. Os americanos ficaram em pânico, pois todo mundo achava que, nas décadas seguintes, os aviões de passageiros seriam todos supersônicos, e os europeus estavam claramente disparando na frente.

Reagindo ao projeto europeu, em 5 de junho de 1963, o Presidente americano John F. Kennedy anunciou a criação do programa National Supersonic Transport, no qual o governo iria subsidiar em até 75 por cento os custos de desenvolvimento de uma aeronave supersônica comercial capaz de enfrentar a "ameaça" do Concorde.

Na verdade, os americanos eram mais ousados, e não pretendiam simplesmente oferecer um simples concorrente do Concorde: o supersônico americano deveria levar 250 passageiros , mais que o dobro da capacidade do Concorde, e voar entre Mach 2,5 e Mach 3, com um alcance de mais de 7 mil Km.
 
 

Os projetistas do Concorde limitaram deliberadamente a velocidade da aeronave a Mach 2,2, pois essa era a velocidade máxima suportada por uma aeronave construída em ligas de alumínio. Em velocidades supersônicas mais altas, o aquecimento dinâmico, resultante da compressibilidade e do atrito com o ar, poderia comprometer a resistência estrutural do alumínio, e construir a aeronave em ligas de aço inoxidável ou titânio, mesmo que tecnicamente viável, seria proibitivamente caro.

Os americanos, no entanto, tinham uma vantagem técnica nesse assunto. A North Americam tinha produzido um protótipo de bombardeiro capaz de atingir Mach 3, o XB-70 Valkyre, e que tinha o alcance de 7 mil Km voando a 77 mil pés. Esse avião utilizou-se largamente de ligas de aço inoxidável em sua construção, para superar as limitações das ligas de alumínio, e o mesmo poderia ser feito no novo supersônico comercial americano.

Ainda que o projeto XB-70 tivesse sido cancelado prematuramente devido ao desenvolvimento de eficientes sistemas de mísseis terra-ar, seus dois protótipos foram mantidos em serviço, como banco de testes para o desenvolvimento de aeronaves civis de alta velocidade, pela NASA. O Concorde parecia estar muito próximo de ser superado antes sequer que fizesse seu primeiro voo.

Na concorrência para o projeto National Supersonic Transport. participaram os fabricantes de aeronaves North American, Lockheed e Boeing, e os fabricantes de motores Curtiss-Wright, Pratt & Whitney e General Eletric. Os projetos preliminares foram apresentados ao FAA - Federal Aviation Administration, em 15 de janeiro de 1964. O projeto da North American consistia praticamente em um XB-70 ampliado e com fuselagem mais larga, e o da Lockheed em uma aeronave bastante similar ao Concorde, mas de maior tamanho. A North American e a Curtiss-Wright acabaram eliminadas da concorrência antes da apresentação final dos projetos.
 
O projeto da Boeing, o Model 733-197, também denominado Model 2707, apresentava asas de geometria variável. Quatro motores turbojatos com pós-combustores seriam montados abaixo das asas em naceles individuais. A designação 2707 ficou mais conhecida pelo público, embora a Boeing continuasse a se referir ao modelo como Model 733.

Com a eliminação da Curtiss-Wright, os fabricantes de células foram instruídos a selecionar um dos dois motores restantes na competição, e a Boeing aproveitou para dar um upgrade no seu projeto, pois a fuselagem foi ampliada e os motores foram reposicionados logo abaixo dos estabilizadores. As asas ficavam em tal posição que, em alta velocidade ,praticamente se juntavam aos estabilizadores horizontais, formando um desenho em delta. Tal modificação criou o modelo 733-290.

A FAA solicitou às empresas concorrentes que refinassem seus projetos para a seleção final, que aconteceu em setembro de 1966, e a Boeing apresentou nessa seleção um novo modelo, denominado 733-390, dessa vez com capacidade para 300 passageiros. A Boeing foi finalmente declarada vencedora da concorrência, em 31 de dezembro de 1966. Os motores selecionados foram os enormes General Eletric GE4/J5 (foto acima),  com eixo único e pós combustores. Foram os mais poderosos motores do seu tempo, capazes de fornecer 50 mil libras-força de empuxo sem pós-combustão e 65 mil libras-força, com pós-combustão.
 

O Model 733-390 era um projeto muito interessante e inovador. Seria uma aeronave wide-body, de dois corredores, com poltronas dispostas em 7 fileiras em configuração 2-3-2, consideravelmente mais larga do que qualquer avião então em serviço, já que o Boeing 747 ainda não estava voando.

O avião teria refinamentos que somente seriam encontrados nos aviões décadas mais tarde. Os 247 passageiros da classe turística teriam telas de vídeo na razão de uma para cada seis assentos, logo abaixo dos bins, e os 30 passageiros da primeira classe seriam contemplados com uma tela de vídeo para cada dois assentos. Entretanto, como o avião voaria acima do FL 700, as janelas eram muito pequenas, apenas 6 polegadas, embora o painel interno tivesse 12 polegadas para dar a ilusão de maior tamanho..
 
A Boeing previa que, assim que o projeto fosse liberado, que poderia começar a construir os protótipos já no começo de 1967, e que o primeiro voo poderia ocorrer no início de 1970. A certificação e entrada em serviço estavam previstos para meados de 1974.

Tão logo os engenheiros começaram os trabalhos, apareceram os primeiros problemas. O sistema de geometria variável logo demonstrou ter peso inaceitável, e em outubro de 1968 a Boeing foi forçada a eliminar o sistema em favor de uma asa fixa em delta. A capacidade de passageiros foi reduzida para 234 assentos. O modelo resultante dessas alterações foi denominado Boeing 2707-300. A construção de um novo mock-up de madeira em escala integral e de dois protótipos foi iniciada em setembro de 1969. O projeto já estava com dois anos de atraso, e o Concorde franco-britânico, a essa altura, já tinha feito seu primeiro voo com sucesso, em 2 de  março do mesmo ano.
 
O projeto do 2707 não ia bem. A Boeing fez um filme promocional, enfatizando que em pouco tempo o custo de produção seria absorvido, e que os novos aviões comerciais que então entraram em serviço, como o McDonnell-Douglas DC-10 e o 747, da própria Boeing, seria apenas modelos transitórios, antes da grande era supersônica.

Na verdade, os supersônicos sofreram grande oposição, especialmente por parte dos ambientalistas. O maior problema era o estrondo sônico, que resulta da onda de choque produzida pela aeronave quando a mesma ultrapassa a velocidade do som. Um "Manual do Boom Sônico", escrito por William Shurcliff, afirmava que um único vôo “deixaria uma zona de estrondo de 50 milhas de largura por 2.000 milhas de comprimento”, que causariam sérios problemas para a população e meio ambiente na área sobrevoada. Outros ambientalistas afirmavam que os óxidos de nitrogênio emitidos pelos motores em grande altitude poderiam afetar a camada de ozônio da estratosfera. Moradores das imediações dos aeroportos se juntaram aos opositores do projeto, pois motores com pós-combustão são realmente ensurdecedores na decolagem.

Testes de voo supersônico sobre regiões habitadas dos Estados Unidos, com as aeronaves de pesquisa XB-70, confirmaram problemas para as áreas sobrevoadas. A cidade de Oklahoma City foi sobrevoada a grande altitude por um XB-70, em 1965, e nada menos que 9594 queixas foram registrada pelas autoridades contra o ruído produzido pelo avião.

Logo, voos supersônicos foram proibidos sobre todo o território dos Estados Unidos. Normas de limitação de ruído de aeronaves foram publicadas, o que praticamente inviabilizava a operação do Boeing SST em aeroportos americanos. O projeto parecia cada vez mais fadado ao fracasso.

No Congresso dos Estados Unidos, os parlamentares de esquerda também se opunham a projetos que subsidiavam empreitadas privadas com dinheio público. O projeto do SST precisava de mais dinheiro, mas as fontes estavam secando.

Finalmente, em 1971, embora o encerramento do projeto pudesse causar a demissão de mais de 13 mil empregados envolvidos diretamente no projeto, o Congresso votou contra novos subsídios necessários para a conclusão do SST, ainda que o governo Nixon apoiasse fortemente o programa. A votação foi apertada, 215 votos contra 204 a favor do SST. O SST americano estava morto.

A essa altura, 115 aeronaves SST já haviam sido encomendadas por 25 empresas aéreas, contra 74 aeronaves, por 16 empresas, que encomendaram o Concorde. A Boeing acabou demitindo, por conta do encerramento do projeto SST, outros contratos governamentais e redução da demanda comercial, mais de 60 mil trabalhadores. O SST ficou conhecido como "o avião que quase comeu Seattle".

Os dois protótipos em construção jamais foram terminados. O Boeing 2707 SST acabou virando, de certa forma, um tabu dentro da empresa. O Museu da Boeing possui uma seção de aeronaves supersônicas, mas a grande estrela do museu é justamente um Concorde, que está muito perto do edifício onde foi construído o mock-up do B2707 SST, que seria seu grande concorrente. No Museu, quase nada existe sobre o SST.

De certa forma, o fracasso do Boeing 2707 SST veio em boa hora. As aeronaves supersônicas de passageiros jamais foram viáveis economicamente. Os árabes, durante a Guerra do Yon Kippur, em 1973, impuseram o "Choque do Petróleo", evento que, por si só, determinaria a morte de qualquer sonho de voos supersônicos de passageiros pelo mundo afora. O jato russo Tupolev Tu-144 teve vida curta em serviço, e o Concorde, subsidiado pelos governos da França e do Reino Unido, permaneceu em serviço de 1976 a 2003, num serviço altamente restrito e de elite, e mais como um tributo à capacidade técnica européia do que como serviço comercial economicamente viável.

O projeto do SST deixou um importante legado técnico à Boeing e à aviação como um todo, especialmente suas asas de perfil supercrítico, hoje usadas amplamente na aviação civil. Seattle sobreviveu ao SST, pois a Boeing logo se recuperou, na esteira do sucesso dos Boeing 747 e 737, dois dos maiores sucessos da aviação comercial na história. O Concorde também deixou seu legado, pois do projeto binacional nasceu o grupo Airbus, hoje o principal concorrente da Boeing.
 
 Um dos mock-ups de madeira do 2707 ficou exposto em Kissimmee, na Flórida,  entre 1973 a 1981. Atualmente está em exposição no museu da aviação Hiller, em San Carlos, Califórnia. Os protótipos inacabados viraram sucata.

O voo comercial supersônico hoje parece muito distante, devido às implicações ambientais e ao seu próprio custo, hoje quase proibitivo. O Boeing 2707 SST seria uma aeronave fascinante, e é realmente uma pena que nunca tenha voado, sequer como protótipo. O Concorde, quando deixou de voar definitivamente em 2003, deixou no ar uma impressão de retrocesso tecnológico, pois há poucos anos atrás era possível sair de Londres no começo da noite para jantar em Nova York, e hoje isso não passa de um sonho.
 
Fonte: Cultura Aeronáutica

Primeiro 787 da ANA bate em ponte de embarque

sexta-feira, 21 de outubro de 2011


O primeiro Boeing 787 Dreamliner da All Nippon Airways.
A All Nippon Airways (ANA) admitiu que seu primeiro Boeing 787 Dreamliner sofreu alguns danos leves na superfície logo após a entrada frontal depois que a aeronave atingiu uma ponte de embarque de passageiros. O incidente ocorreu durante o reboque da aeronave realizado pela equipe no solo, após completar o voo JA801A, no dia 13 de outubro.

A ANA acrescentou que o 787 sofreu apenas danos superficiais, e que retomou os testes de voos regularmente no dia 14 de outubro, após passar por algumas verificações.
“Tudo estava bem. Houve apenas alguns danos superficiais na lateral, e a aeronave estava de volta em operação dentro do cronograma”, disse o porta-voz da companhia aérea.
O vôo inaugural do 787 está previsto para o dia 26 de outubro, que será um voo fretado especial entre o Aeroporto Narita, em Tóquio, e Hong Kong.
Os serviços regulares terão início no dia 1º de novembro, com vôos diários entre Haneda, Tóquio, e as cidades de Okayama e Hiroshima. As operações internacionais devem começar em dezembro, na rota Haneda-Pequim.
O porta-voz também disse que a ANA recebeu a sua segunda aeronave 787, que foi entregue à companhia aérea japonesa no dia 16 de outubro.

Fonte: Flight Global – Tradução: Cavok

Boeing 787: o avião mais moderno já produzido pelo homem!

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Os atentados às torres gêmeas ocorridos em 2001 trouxeram mudanças profundas para toda a economia mundial, sobretudo no valor do petróleo. Praticamente todos os setores da indústria sentiram a alta dos combustíveis, mas são poucas as atividades que são tão sensíveis a esta dificuldade quanto à aviação comercial.
Não demorou até que o consumo de 15.000 litros de querosene para cada hora de voo do majestoso Boeing 747-400 começasse a ser custoso demais para as empresas aéreas, considerando a queda brusca na procura pelas passagens.
Somando os problemas financeiros à nova onda de preocupação com o meio ambiente que começava a surgir, a necessidade de um avião moderno e econômico era evidente. Depois de quase dez anos de desenvolvimento, pesquisas e atrasos, a resposta da Boeing a esta tendência finalmente veio, com o 787 Dreamliner.

O avião do século XXI

Assim que a Boeing anunciou estar aberta para encomendas do novo avião em 2007, o 787 já bateu um recorde, o de maior número de pedidos antecipados para um jato comercial. Mais de 50 clientes diferentes encomendaram 677 unidades, com o início das entregas datado para 2008.
Porém, o primeiro Dreamliner só iria ganhar os ares “vestindo” as cores de uma companhia aérea no final de setembro de 2011, três anos depois do prometido. Além disso, desenvolver e construir a aeronave dos sonhos também provou ser mais difícil e caro do que se esperava, considerando que o custo total do projeto já alcançou os US$32 bilhões.

Economia de combustível

A primeira e mais importante inovação a ser notada é a economia de combustível. Somando a alta eficiência dos novos motores aos materiais mais leves e à aerodinâmica aprimorada, o 787 consegue ser até 20% mais eficiente do que qualquer outro avião do mesmo porte.
Além disso, o Dreamliner pode operar tanto com turbinas Rolls-Royce quanto com as General Electric, conferindo às companhias mais flexibilidade quando for necessária a manutenção. Outro aspecto importante (principalmente para quem mora próximo aos aeroportos) é o ruído reduzido que os motores produzem.

 
Isso por que a Boeing também investiu bastante no silêncio, resultando em novos processos de montagem e materiais no motor que podem absorver o ruído. Dessa forma, o 787 não só causa menos perturbação durante os pousos e decolagens, mas também se isenta de pagar a taxa obrigatória que algumas cidades cobram por excesso de barulho.

Materiais modernos

As asas, fuselagem e muitas outras partes do avião foram construídas com fibra de carbono reforçado em vez do tradicional ferro e aço, fazendo com que a aeronave fique muito mais “magra”, sem perder sua resistência.
Apesar de já estar em uso há muito tempo na aviação militar e em outros campos, a fibra de carbono tem sido pouco adotada na aviação comercial por não deixar transparecer o desgaste sofrido ao longo do tempo. Sem a ferrugem e as rachaduras, fica mais difícil fazer a inspeção periódica que, até hoje, é quase que totalmente visual.

 
 
Diferença entre o processo novo e o antigo.
A Boeing respondeu a este anseio pelo novo material realizando um extensivo programa de testes. Entre eles, está a queda ensaiada de uma seção da fuselagem montada a uma altura de 4,6m. Outro teste submeteu o corpo do avião a uma pressão 150% maior do que a esperada em condições normais de voo, mostrando que o material era resistente e confiável o suficiente para o 787.
Outro aspecto notável é processo de montagem da fuselagem: diferente do método tradicional, que usa dezenas de folhas de alumínios presas por mais de 50mil rebites, o Dremliner usa meia dúzia de tubos montados previamente, que depois são unidos para formar o corpo do avião.

Melhor para os pilotos e passageiros

Mas não são apenas as companhias aéreas que aproveitam as vantagens do novo avião da Boeing. O Dreamliner também trouxe muita inovação para a cabine dos passageiros e para os aparelhos de pilotagem, tais como:

HUD “de série”

Assim como nos aviões de combate, o 787 também trás visores HUD (Head-Up Display) em todos os modelos, permitindo que os pilotos visualizem os auxiliadores de aviônica através de uma tela que projeta uma espécie de realidade aumentada na altura dos olhos.

Mais processadores, menos relógios

 
A maioria dos relógios e ponteiros que se via na cabine foi substituída por versões digitais em telas de LCD. Outros foram simplesmente omitidos, considerando que o alto grau de inteligência artificial do avião tira o trabalho do piloto de ficar monitorando dezenas de contadores e reguladores.

Janelas “mágicas”

Uma das características que mais chamou a atenção dos primeiros passageiros que puderam experimentar uma viagem no 787 foram as janelas amplas e modernas. No lugar da velha cortininha de plástico, o Dreamliner usa um sistema eletrônico que faz o vidro da janela ficar mais claro ou mais escuro, algo parecido com as lentes dos óculos que se escurecem com o sol.
A mágica fica por conta de uma fina camada de tinta eletrocrômica entre o vidro interno e externo, que reage de maneiras diferentes de acordo com o pulso eletrônico. A tripulação pode ajustar um nível mínimo de iluminação em todas as janelas para aumentar a eficiência do ar-condicionado quando o avião estiver em terra, especialmente em regiões mais quentes.

Viagens menos turbulentas


O formato distinto das asas, combinado com um sistema inteligente que regula a superfície alar, também faz o Dreamliner passar mais suavemente pelas correntes de vento turbulento. A Boeing garante que os passageiros do 787 vão se sentir oito vezes menos enjoados durante uma turbulência, além de menos aterrorizados.

O futuro do 787

A Boeing mantém uma impressionante cota de 797 unidades do Dreamliner para serem entregues, o que torna o 787 o avião mais bem-sucedido da história da empresa, mesmo que apenas dois deles estejam voando nas mãos de uma companhia aérea hoje.
Apesar do preço inicial de cada um ter subido dos US$ 120 milhões estimados para 2007 a quase US$152 milhões cobrados atualmente, a empresa continua otimista que os pedidos continuarão a subir. Atualmente, duas variantes do Dreamliner estão sendo produzidas: o 787-8, com capacidade para 250 passageiros e o 787-9, com 290 assentos.
Uma terceira versão com a fuselagem mais estendida pode estar programada para um futuro próximo, a 787-10. Essa variante iria sacrificar uma parte da autonomia em troca do aumento de 290 para 310 assentos.

 
A empresa de aviação comercial dos Estados Unidos ainda se mantém otimista sobre o futuro do Dreamliner, afirmando que as vantagens que o fazem ser considerado o primeiro avião do novo século superem os pequenos “contratempos” sofridos durante o projeto e desenvolvimento.


Créditos: Baixaki

Após 3 anos, Boeing entrega 1º Dreamliner a companhia japonesa

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

O primeiro Boeing 787 Dreamliner da companhia aérea japonesa All Nippon Airways tocou o solo em Tóquio nesta quarta-feira, em evento que contou com centenas de fãs da aviação que deram boas-vindas ao revolucionário jato de compósitos de carbono. Em cerimônia que controu com cerca de 500 pessoas, o jato foi entregue à ANA com atraso de três anos.A entrega do avião marca tentativa da Boeing de impedir que a rival Airbus ganhe espaço no mercado asiático. A ANA encomendou um total de 55 Boeings 787 Dreamliner, e espera receber 20 unidades até março de 2013. 




O restante deve chegar até março de 2018. O presidente da empresa, Shinichiro Ito, afirmou ter sido necessário adiar os planos de negócios da ANA devido ao atraso na entrega do avião.A rival Japan Airllines encomendou 35 unidades e espera receber a lançar serviço com o novo avião a partir de abril do próximo ano. A Boeing já possui 821 encomendas para o Dreamliner, sendo cerca de 10% de empresas japonesas. Apesar do atraso na entrega, a fabricante americana tenta manter sua posição de líder no mercado asiático, já que perdeu espaço para a Airbus em todos os outros mercados do mundo, com a fabricante europeia ganhando a liderança mundial em encomendas, em 2008.O piloto da ANA que guiou o 787 até o aeroporto de Haneda afirmou que a aeronave "é realmente fácil de operar". "Esta aeronave é fruto de muito desenvolvimento e cooperação entre a ANA e a Boeing e eu já estou vendo o grande potencial que este jato terá em mudar as viagens aéreas", disse o piloto Hideaki Hayakawa, 52 anos.O orgulho sobre a tecnologia japonesa de aviação está impulsionando o entusiasmo pelo avião norte-americano. Passagens para os primeiros voos comerciais do 787 para Hiroshima e Okayama, no oeste do Japão, em 1 de novembro, foram vendidas em questão de minutos, afirmou a ANA. Um voo promocional para Hong Kong, em 26 de outubro, atraiu interesse de cerca de 25 mil pessoas pelos 100 assentos disponibilizados ao público.

Fonte: Aviação em Goiás e no Mundo

Boeing 737 MAX, nasce um pequeno gigante

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

O jato mais tradicional da aviação comercial ganhou uma sobrevida. Diante do sucesso avassalador alcançado pelo Airbus A320neo, a Boeing se viu em uma encruzilhada e pressionada a reagir. Se inicialmente dava sinais claros que dava preferência a um jato totalmente novo, o sucesso comercial do rival europeu, somado às dificuldades de produção enfrentadas com a introdução de um modelo totalmente novo na forma do 787 Dreamliner, levaram a Boeing a optar por remotorizar seu valente 737. O novo jato, ainda sem designação oficial, foi lançado, informalmente, pela American Airlines no final de julho.

Nesta terça-feira a construtora norte-americana anunciou oficialmente, o lançamento da mais nova variante do 737. A nova família de jatos, designada 737 MAX, incorpora uma série de novidades, a começar pelo novo motor CFM Leap-1B. Aliás, assim como nas gerações anteriores do 737, a CFM International será a fornecedora exclusiva de motores dos 737 MAX. Além da nova motorziação, semelhante àquela que será empregada pelo seu concorrente direto, o Airbus A320neo e o Bombardier CSeries, o novo 737 vai receber uma série de melhorias aerodinâmicas, a começar pelo novo cone de APU que é visívelmente diferente daquele utilizado por todas as outras gerações de 737 e se assemelha mais ao cone de APU dos E-Jets da Embraer ou do próprio 787 da Boeing.

A expectativa é que o 737 MAX entre em serviço regular em 2017. Na data do seu lançamento formal, a Boeing já contabilizava 496 encomendas firmes de cinco companhias aéreas. A Boeing afirma que o 737 MAX gasta 4% menos combustível que o Airbus A320neo e que ao todo, o 737 remotorizado é até 7% mais eficiente que seu rival europeu. O 737 é considerado o jato comercial mais bem sucedido da história com mais de 9000 encomendas, façanha que lhe assegurou o apelido de "DC-3 da era do jato".




Fonte Jetsite

Boeing 787 recebe certificação de tipo esta semana

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

606 dias após o voo inaugural do primeiro Dreamliner, o 787-8 impulsionado pelos motores Rolls Royce oficialmente encerrou seus voos de teste para certificação de tipo em 13 de agosto. A Boeing confirmou que seu mais novo jato deve receber certificação de tipo da FAA e da EASA ainda esta semana. A empresa agendou a solenidade para celebrar o marco histórico para esta sexta-feira, 26 de agosto.


Fonte: Jetsite 

Primeiro Dreamliner da ANA será entregue em setembro

Em nota oficial, a ANA adinatou que recebrá seu primeiro 787 no "fim de setembro", enquanto o primeiro voo comercial será um fretamento especial entre Tóquio-Narita e Hong Kong a ser realizado no dia 26 de outubro. A primeira operação comercial regular do 787 da ANA se dará em 1 de novembro, quando a companhia passará a realizar voos diários entre Tóquio-Haneda e as cidades de Okayama e Hiroshima. Já o primeiro voo internacional do 787 da ANA está previsto para dezembro, quando a empresa inicia voos semanais entre Tóquio-Haneda e Beijing. Um mês depois, em janeiro de 2012, o novo jato faz sua estreia intercontinental ao ligar Tóquio-Haneda a Frankfurt, três vezes por semana.


Fonte: Jetsite

E se o avião mais moderno do mundo tivesse uma pintura retrô?

terça-feira, 21 de junho de 2011

Fala sério heim?
Não tenho detalhes sobre esta foto, mas é oficial da Boeing.
Imaginem um Boeing 787 com uma pintura retrô da United, que maravilha seria heim?

E pra quem não viu ainda como é o cockpit do 787, eis uma senhora foto. Ele não é lindo só por fora não…


Foto do cockpit de Andres Ramirez – Airliners.Net

Fonte: Aviões e musica

Embraer aguarda próximos passos da Boeing

sexta-feira, 10 de junho de 2011



A Embraer, terceira maior construtora aeronáutica, reiterou ontem que vai esperar para ver a estratégia da norte-americana Boeing no mercado dos aviões de fuselagem estreita (single-aisle) antes de decidir a construção de um aparelho de 150 lugares. "Planeamos esperar para ver o que a Boeing vai decidir", afirmou Paulo César de Souza e Silva, presidente da divisão de aviação comercial da Embraer, accionista de referência da OGMA.

"Acreditamos que é importante dispor de todas as informações sobre os nossos concorrentes para tomarmos uma decisão acertada", acrescentou o responsável, em entrevista à agência Bloomberg.

A Embraer pode fabricar uma aeronave de 150 lugares com o objectivo de quebrar o domínio da Boeing e da Airbus no mercado dos aviões de fuselagem estreita, onde se inserem os seus modelos mais vendidos. A Boeing deve anunciar até ao final do ano se vai desenvolver um novo avião para substituir o 737, depois de a Airbus ter divulgado planos para introduzir novos motores no A320.

Fonte : Jetsite

Voo TP425 - O pior acidente da hitoria da aviação Portuguesa

quinta-feira, 2 de junho de 2011



(Boeing 727-282 - CS-TBR)

Depois do retrato do acidente do voo Martinair MP495 em Faro no ano de 1992, decidi publicar mais um artigo sobre acidentes aéreos, sendo este próximo sobre aquele que é ainda hoje considerado o pior acidente aéreo ocorrido em Portugal ...

Na noite chuvosa do dia 17 de Novembro de 1977 despenhou-se o Boeing 727-282 prefixo CS-TBR com 164 passageiros a bordo, sendo 156 passageiros e 8 tripulantes ...

O voo teve como origem o aeroporto de Bruxelas, Belgica, fez uma paragem em Lisboa e tinha como destino final o aeroporto de Santa Cruz no Funchal ...

O voo decorria de forma normal, até à aproximação à pista do Funchal ... O Boeing pilotado pelo Cmt. João Mimo da Costa Lontrão, Co-piloto Miguel Ângelo Guimarães Leal
Técnico de voo Gualdino Maria Moura Pinto fez-se a pista pouco depois das 21h tentou a aterragem mas sem sucesso, as condições não eram as melhores e na altura a pequena pista do aeroporto ainda dificultava mais a operação, lembre que a pista tinha na altura apenas 1600m o que dificultava bastante esta operação ... após a primeira abordagem falhada, o Comandante decidiu voltar a tentar uma segunda vez que teve como desfecho o insucesso novamente ... depois desta segunda tentativa falhada a tripulação decidiu voltar a tentar já com a decisão tomada que no caso de falhar levariam o avião até às Canárias ... Na terceira tentativa o avião quando tocou o solo entrou em aquaplanning, fenómeno muito conhecido pelo deslizar das rodas pela agua acumulada no solo, a partir deste momento já nada mais havia a fazer e o Boeing acabava destruído e carbonizado já depois do final da pista do aeroporto do Funchal ...

A lamentar no desastre 131 vitimas, 6 delas tripulação do voo ... houveram 33 sobreviventes ...

Este foi o maior desastre aéreo ocorrido em Portugal e o único desastre que envolveu um avião da companhia de bandeira, a TAP Portugal ... 
 
 
Fonte: O Mundo sobre asas

Legacy que derrubou avião da Gol está à venda na internet

terça-feira, 31 de maio de 2011

Segundo site americano, aeronave custa US$ 15,7 milhões (quase R$ 26 milhões), um desconto de 40% sobre o preço de tabela
 
O jato Legacy 600 com número de série 145.00.965 foi colocado à venda. Com apenas 36 horas de voo e 12 pousos, o avião está sendo oferecido por US$ 15,7 milhões (quase R$ 26 milhões), um desconto de 40% sobre o preço de tabela de uma aeronave similar zerinho.

O objeto de desejo em questão, contudo, é o avião que se chocou e derrubou o Boeing 737 da Gol em 2006. A aeronave é uma das mais baratas entre os jatos colocados à venda no site americano AvBuyer, especializado em classificados de aviões.

O avião pertencia à ExcelAire na época do acidente. A empresa vendeu-o. Segundo a revista "Veja", o novo dono fez uma recauchutagem. No site americano de classificados, quem se dispuser a pagar leva uma plano de manutenção e inspeção de voo por 48 meses.

O avião da Embraer comporta 13 passageiros e até quatro tripulantes. Internamente, o avião tem microondas, fogão, pia, máquina de café e geladeira, além de espaço para aparelhos de DVD e CD. Possui ainda um lavatório com acesso ao compartimento de bagagem.

Acidente

No dia 29 de setembro de 2006, o voo da Gol seguia de Manaus para Brasilia, quando o Legacy se chocou na asa. O impacto derrubou o Boeing, que caiu na selva. Todos os 154 passageiros do avião da Gol morreram. Os piltos do Legacy continuaram o voo.

Os pilotos americanos Joseph Lepore e Jan Paul Paladino foram condenados neste mês a quatro anos e quatro meses de prisão em regime semiaberto (quando o réu passa o dia fora e apenas dorme na unidade prisional), mas o juiz resolveu transformar a pena em prestação de serviços comunitários nos Estados Unidos em uma repartição brasileira.

Em sua sentenção, a Justiça comprovou, por meio de perícias, que os pilotos deixaram o equipamento anticolisão desligado por uma hora e que só o religaram depois que o Legacy já havia colidido com o avião da Gol.

Fonte: iG - Foto: Reprodução

Museu da TAM salvará o PP-SMA

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Felizmente,atentendo a diversos pedidos e apelos,o museu da TAM salvará o PP-SMA!
O Boeing 737-200(PP-SMA),foi o primeiro Boeing 737 a voar no Brasil,entregue a Vasp no ano de 1969.Foi o segundo avião,que voou por mais tempo em uma única companhia.

Atualmente encontra-se sem os seus motores e sem pintura,numa área remota do Aeroporto de Confins.

O Sr João Francisco Amaro,presidente do museu da TAM comentou sobre a nova Aeronave que fará parte do acervo do museu.
"Há muito tempo somos cobrados para salvar as aeronaves que se deterioram lentamente em alguma praça ou aeroporto. O maior apelo sempre foi para o Boeing 737 da VASP, que foi o primeiro desse modelo a voar no País. Estamos orgulhosos por poder restaurar e preservar essa peça tão valiosa para a aviação comercial brasileira"

Fonte: Aviação é aqui

KLM quer personalizar 777 com rostos de fãs da empresa.

sábado, 21 de maio de 2011

"Power to the People!" Esse é o slogan da nova campanha da KLM. A empresa quer personalizar um dos seus Boeing 777-200ER com fotos dos seus fãs. Quem quiser ver seu rosto estampado no jato da KLM, precisa apenas acessar a página do Facebook da empresa e se cadastrar.
Com sorte, a foto será transformada em um tradicional azulejo "delft" que cobrirá a parte azul da fuselagem do jato da KLM.

Fonte : Jetsite.

Força Aérea Italiana integra oficialmente o Boeing KC-767

sexta-feira, 20 de maio de 2011




Em cerimônia realizada na base aérea de Pratica di Mare nesta última terça-feira (17/05), a Força Aérea Italiana (ItAF) integrou oficialmente seus dois primeiros Boeing KC-767A. Os jatos haviam sido entregues à ItAF em 29 de dezembro e 10 de março, respectivamente. Os novos jatos substituirão os Boeing 707T/T da Força Aérea Italiana.

Oficiais da ItAF elogiaram a configuração flexivel dos KC-767 que permite o transporte de passageiros e carga ao mesmo tempo que realiza o reabastecimento em voo de outras aeronaves. O KC-767A da ItAF é denominado "convertible combi", ou seja permite que os jatos sejam configurados (ou reconfigurados) para transportar apenas carga, apenas passageiros ou uma combinação de ambos, tudo sem perder a capacidade de reabastecimento de outras aeronaves em voo.

Fonte:JETSITE

Boeing 787

quinta-feira, 19 de maio de 2011


 
 
Boeing 787-8 Dreamliner
Tipo Avião comercial
Fabricante Flag of the United States.svg Boeing
Primeiro vôo 15 de Dezembro de 2009
Capacidade 210 - 330 passageiros

Velocidade máxima 914 Km/h (Mach 0.85) km/h


O Boeing 787 Dreamliner é o mais recente avião comercial da construtora aeronáutica Boeing. Foi apresentado à imprensa, em Everett, WA, em 8 de julho de 2007, doze anos depois do 777. O primeiro será entregue a ANA - All Nippon Airways, que comprou 50 unidades. No dia de seu lançamento, mais de 670 unidades já haviam sido encomendadas por 48 companhias aéreas internacionais, fazendo dele o maior sucesso comercial da indústria aeronáutica mundial em todos os tempos. Será capaz de transportar de 200 a 350 passageiros, dependendo do modelo e da configuração do interior da aeronave.

O 787 durante a sua primeira aparição em público.

Será o primeiro avião comercial a ser fabricado primariamente com material composto e fibra de carbono. Substituirá o Boeing 767 e o Boeing 757. Planejado para ser uma aeronave de longo alcance, poderá fazer vôos nonstop entre cidades muito distantes, que nunca tiveram ligação direta. Prevê-se que o alcance médio do Boeing 787 seja de 6,5 mil quilômetros (modelo -3, de maior capacidade de passageiros) até 15 mil quilômetros (modelos -8 e -9).
O Boeing 787 é produzido com 50% de matérias compostos e 20% de alumínio, 15% de titânio, 10% de aço e 5 % de outros materiais. O Boeing 777 possui somente 12% de materiais compostos e 50% de alumínio. Outro fator interessante é que ele autodetecta erros e repassa imediatamente para o solo, fazendo com que assim o avião pousar, a equipe de manutenção saberá o que fazer nele.

Modelo gráfico do 787.


Modelos:


787-3 787-8 787-9
Comprimento: 57 m 57 m 63 m
Altura: 17 m 17 m 17 m
Envergadura: 52 m 60 m 63 m
Secao: 5.91 m 5.91 m 5.91 m
MTOW: 165.100 Kg 219.540 Kg 244.940 Kg
Assentos: 290/330 - Três classes 210/250 - Três classes 250/290 - Três classes
Carga: (124.6 m³) - 28 LD3 (124.6 m³) - 28 LD3 (152.9 m³) - 36 LD3
Motores: GE GEnx ou RR Trent 1000 GE GEnx ou RR Trent 1000 GE GEnx ou RR Trent 1000
Velocidade de cruzeiro: 0,85 Mach 0,85 Mach 0,85 Mach
Autonomia: 4.650 km ou 5.650 km 14.200 km ou 15.200 km 14.800 km ou 15.750 km
Combustivel: 126.903 L 126.903 L 138.700 L
Entrada em servico: 2010 2008 2010

Fonte: Wikipédia

AEROLINEAS ARGENTINAS NEGOCIA COM AIRBUS E BOEING

quarta-feira, 18 de maio de 2011


Em nota, a Aerolineas Argentinas confirmou que negocia a aquisição de novas aeronaves junto à Airbus e a Boeing. Vários cenários são contemplados, mas o mais provável prevê a incorporação de jatos Airbus A330 e novos Boeing 737. Inicialmente seriam encomendados quatro A330 e até 20 737-800, sendo que a companhia aérea estatal argentina negocia uma opção que lhe permitira converter seu pedido para o modelo 737-900ER. O anúnico oficial deverá ser feito em uma das grandes feiras aeronáuticas do setor ainda este ano.

Fonte : Jetsite.

WEBJET QUER CRESCER MAIS

domingo, 6 de março de 2011

Companhia anunciou planos que irão expandir a frota e operações em médio prazo



A Webjet anunciou o objetivo de expandir a frota nos próximos quatro anos. Atualmente, a companhia conta com 23 Boeing 737-300, e ainda neste ano, vai adquirir mais sete. O plano é que, até 2015, a frota chegue a 58 aviões, com os recursos que serão captados em abertura de capital, já com o processo iniciado para a estréia na bolsa. Outra proposta é prosperar em cidades com alta demanda de passageiros, mas com pouca oferta de voo.

Amanda Cardoso